Ela despertara daquele longo sono profundo. Ao abrir os olhos flashes de sua vida pregressa e de estímulos recebidos em seu sono vieram à sua mente, num grande turbilhão de lembranças. Mas como o sol ardente que seca toda a terra após a tempestade, uma delas desvaneceu todas as outras: sabia que tinha uma missão. E sabia qual era a sua missão. Havia sido lhe outorgada antes daquele longo coma a que fora submetida, e como um perfume impregnado na roupa, jamais saiu de sua mente. Assim como ela, adormecera, mas foi a força dessa lembrança que a acordou.
Era como uma flecha disparada pelo arco. Ignorou tudo aquilo que poderia demovê-la de seu objetivo: As palavras, os sentimentos, os impecilhos, os olhares, as opiniões... Estava determinada e nada a poderia impedir.
Se fosse outro o cenário poderia ter se planejado, buscado uma ocasião melhor, mais elaborada. Mas um dia havia chegado, seco, sem nenhum d e ela sabia bem disso, portanto seria como tivesse de ser.
Ela se levantou, se sentiu viva novamente. Não com o vigor que tivera em outras estações, mas ainda assim era vida que corria em seu corpo. De um salto se lançou na imensidão, como fizera tantas vezes. Mas até isso estava diferente, com um gosto nostálgico, um sabor desagradável que roubava o prazer que sempre sentira nesses momentos. Sabia que se contrasse-se conseguiria alcançá-lo em algum lugar distante de sua mente, mas aquela gargalha sarcástica lhe feria, fragmentando todas as suas lembranças.
[...]
Ela jamais soube o que esperar daquele momento. Antevira tudo milhares de vezes em sua mente, mas aquele momento era sublime demais para que conseguisse pressupô-lo. E enquanto via o brilho do sol se escondendo, percebia sua vida se esvaindo com ele. Um misto de angústia e paz tomou conta do seu ser, seu canto do cisne estava sendo entoado e o orgulho se misturava com uma profunda tristeza.
Somente uma estrela presenciou quando o médico olhou no relógio e constatou: Hora da morte, __h__.
Era como uma flecha disparada pelo arco. Ignorou tudo aquilo que poderia demovê-la de seu objetivo: As palavras, os sentimentos, os impecilhos, os olhares, as opiniões... Estava determinada e nada a poderia impedir.
Se fosse outro o cenário poderia ter se planejado, buscado uma ocasião melhor, mais elaborada. Mas um dia havia chegado, seco, sem nenhum d e ela sabia bem disso, portanto seria como tivesse de ser.
Ela se levantou, se sentiu viva novamente. Não com o vigor que tivera em outras estações, mas ainda assim era vida que corria em seu corpo. De um salto se lançou na imensidão, como fizera tantas vezes. Mas até isso estava diferente, com um gosto nostálgico, um sabor desagradável que roubava o prazer que sempre sentira nesses momentos. Sabia que se contrasse-se conseguiria alcançá-lo em algum lugar distante de sua mente, mas aquela gargalha sarcástica lhe feria, fragmentando todas as suas lembranças.
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Ela jamais soube o que esperar daquele momento. Antevira tudo milhares de vezes em sua mente, mas aquele momento era sublime demais para que conseguisse pressupô-lo. E enquanto via o brilho do sol se escondendo, percebia sua vida se esvaindo com ele. Um misto de angústia e paz tomou conta do seu ser, seu canto do cisne estava sendo entoado e o orgulho se misturava com uma profunda tristeza.
Somente uma estrela presenciou quando o médico olhou no relógio e constatou: Hora da morte, __h__.
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